
Certo, não sou dos últimos a explorar o domínio dos blogs. No entanto,
pelo que ouvi ainda ontem, blog já é algo do passado. A onda agora
é o Twitter. Quem era blogueiro, agora é twiteiro. Neologismos! Como acabo de chegar, surpreendi-me com a dificuldade em
criar nomes. Há rótulos para tudo! Para blogs então, nem se fala!
Pensei no Voltaire, meu objeto de pesquisa. Lá estava ele, há muito um habitué
das páginas da web. Pensei em Machado de Assis. Este então, nem se fala!
Vai ver sou muito previsível. Depois pensei na Revista da Sociedade
Philomatica. Exclui a tal da sociedade, afinal, hoje, elas
são algo problemático. As sociedades em Brasília... É só mirar o Senado e vem à cabeça as associações,
sociedades, quadrilhas, seja lá o que for e, arrepios!!!. Bem, fiquei só com a Revista
Philomatica.
E aqui
vale algumas informações: a Revista da Sociedade Philomatica é
ainda hoje uma das mais citadas em nossa historiografia literária. Foi fundada
por professores e alunos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, na São
Paulo de 1833. O periódico, editado pelos acadêmicos, circulou de junho a
dezembro de 1833 e não rendeu mais que seis exemplares. Se a quantidade foi
comedida, as idéias e a qualidade do que ali foi colocado é de um valor
histórico monumental. Tanto é que mereceu até uma edição fac-simíle em 1977.
Sugestão de leitura: PASSOS, Gilberto Pinheiro. A miragem gálica
– Presença da França na Revista da Sociedade Filomática. São Paulo:
Instituto de Cooperação Interinstitucional – Inter/Coordenação de
Aperfeiçoamento de pessoal de Nível Superior – CAPES, 1991.
Enfim, aqui há de se falar muito de literatura.
Para aqueles que gostam... até a próxima.
Para aqueles que gostam... até a próxima.
Nenhum comentário:
Postar um comentário